Aonde você quer chegar em 2018?

De modo geral, essa época de final de um ano e início de outro nos deixa mais reflexivos e cheios de sonhos para os próximos trezentos e sessenta e cinco dias. Há os que fazem promeças a si mesmos, aos familiares e até a Deus, a fim de ver suas aspirações concretizadas.

Nós da IDEPS, porém, somos ensinados a chamar o Senhor para os nossos sonhos e a traçarmos projetos com vistas à realização dos mesmos. Todavia devemos ter a bênção divina antes de iniciarmos os projetos; e depois é necessário seguirmos alguns passos para organizarmos as ideias. Desse modo contamos com: a) as metas; ou seja, o lugar definitivo ou intermediário aonde queremos chegar. b) O objetivo; esse está relacionado com o que pretendemos alcançar. c) O propósito, o qual tem a ver com a motivação durante a execução do projeto. d) a Capacidade. De acordo com o ministrante, pastor José Maria, devemos avaliar nossas capacidades pessoais, que podem ser nos aspectos das habilidades, do intelecto, das emoções e de outros; dependendo daquilo que estamos esperando conquistar.

Nesse sentido devemos traçar metas dentro das nossas próprias capacidades para não amargarmos decepções mais tarde. Em outras palavras, não posso planejar, para o próximo ano, exercer uma profissão que, para a qual ainda não me qualifiquei. Entretanto uma coisa é certa, afirmou o pastor, Deus há de nos prosperar com a capacitação que Ele mesmo nos dá. Isto porque é Ele que forma o nosso coração e nos ensina o que é útil. (Sl 33.15; Is 48.17). Conforme a Escritura Sagrada Deus nos capacita para os seus propósitos, ao longo de nossa vida, dando-nos as oportunidades e os meios necessários para cada fim.  e) a unidade. Tomando como base Gn 11.6 (eis que o povo é um... agora não haverá restrição para tudo o que intentam fazer), esse é um dos maiores segredos da vida. Observemos que ter unidade não é pensar igual a outrem, mas é caminhar na mesma direção por um objetivo comum.

Sl 133 diz que o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre onde houver comunhão.

Por último o ministrante citou o último passo do estudo: f) Semear em boa terra. Sobre esse ato ele se remeteu à história da rainha de Sabá, quando foi visitar o rei Salomão em busca de conhecimento. (2Cr 9.1). Mesmo tendo ciência da vultosa riqueza daquele rei, ela lhe trouxe variadas riquezas e em grande quantidade. De volta, além de levar as informações recebidas em suas aulas particulares ela levou consigo valiosos presentes. Com relação a isso ele nos citou uma máxima: Quando oferto a uma pessoa necessitada, e de alma também generosa, será um ato de generosidade; mas se oferto na vida de quem for generoso e tiver mais recursos do que eu, isso se tornará uma semente.

Dessa feita façamos nossos projetos considerando a vontade divina, nossas capacidades, a vida em unidade e, enfim, a semeadura com sabedoria.



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